
Sobre a LOYAL
A LOYAL é uma empresa brasileira especializada em comércio, consultoria e assessoria de negócios internacionais. Importamos e exportamos para empresas que não querem montar um departamento de comércio exterior, e conduzimos o processo do primeiro cálculo à entrega.
A LOYAL nasceu em 2017, mas a experiência que a sustenta é bem mais antiga. São mais de vinte anos de comércio exterior, construídos importando bens de capital para o Brasil como principal, com capital próprio em risco, e não apenas orientando quem importa.
Essa diferença explica o resto. Quem já teve uma classificação questionada no despacho, já montou um dossiê de certificação e já esperou a liberação de uma carga com o caixa parado aprende coisas que não estão em manual. É esse conhecimento que a LOYAL entrega, embutido em cada operação que conduz.
Ao longo do caminho trabalhamos com uma gama ampla de produtos, de matéria-prima e componentes a maquinário industrial.
A especialização nunca foi de setor.
É de processo.
COMO CHEGAMOS AQUI
No que acreditamos
Visão:
Ser reconhecida como empresa com excelência absoluta em serviços de importação e exportação.
Missão:
Por meio de rotinas eficientes e eficazes, facilitar o relacionamento entre empresas importadoras e exportadoras, visando à expansão global dos negócios.
Valores:
Lealdade · Eficácia · Eficiência · Transparência · Respeito
A operação brasileira conduz o processo em território nacional. O atendimento europeu é feito a partir do nosso escritório na Itália, o que significa que o cliente de fora trata dentro do próprio fuso horário e a ponta brasileira é conduzida diretamente, sem correspondente no meio.
Onde estamos
Nossa experiência
Nós já somos importadores:
A maior parte dos consultores do mercado brasileiro nunca desembaraçou uma carga nele. Nós desembaraçamos, repetidamente, com capital próprio em risco.
A LOYAL importa e distribui empilhadeiras, peças e acessórios no Brasil, com estrutura própria de pós-venda e assistência técnica. É uma operação de bens de capital, com tudo o que isso carrega: valor unitário alto, exigência técnica na entrada, peças que precisam existir dois anos depois da venda.
Importar bens de capital como principal significa ter defendido uma classificação no despacho e convivido com o resultado. Significa ter montado um dossiê de certificação, pleiteado um tratamento tributário estadual e descoberto quais promessas de um fornecedor sobre disponibilidade de peças sobrevivem ao segundo ano de vida da máquina.

